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A MOSTRA
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS MAR E ILHAS
Esta mostra, que decorrerá na sala de cinema da Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio dos Artistas, na Ilha Terceira, revela alguns dos filmes portugueses mais marcantes de 2017, como Al Berto, uma parte da vida de um dos nossos poetas malditos, bem como outros que foram apresentados e ganharam prémios em alguns dos mais importantes festivais nacionais e internacionais de cinema (A Fábrica de Nada, Coração Negro e o filme-ensaio Treblinka).

 

Como se trata de uma mostra que é novamente o ponto de partida para um futuro festival internacional de cinema sobre o Mar e as Ilhas (viagens e aventuras), este tema está presente em três filmes diametralmente opostos do ponto de vista estético e das intenções artísticas, mas de grande qualidade: uma cópia restaurada de um clássico dos filmes mais representativos do cinema de autor e do novo cinema português (Mudar de Vida, de Paulo Rocha); um filme assumidamente ‘comercial’ e de suspense, que procura fazer bilheteira e trazer mais espectadores às salas para ver cinema falado em português (Perdidos, de Sérgio Graciano); e a adaptação de uma das maiores aventuras da história da Literatura Portuguesa (Peregrinação, de João Botelho). Integra ainda dois extraordinários documentários: um sobre a investigação do passado da repressão da ditadura do Estado Novo (Luz Obscura, de Susana de Sousa Dias) e outro que é a história verdadeira que faltava contar sobre um dos mais raros cineastas portugueses da atualidade (Nos Interstícios da Realidade — O Cinema de António de Macedo, de João Monteiro), que fez muitos filmes apreciados pelo público e quase sempre rejeitados pela crítica. Esta é uma sessão muito especial de homenagem ao realizador António de Macedo, recentemente falecido, e que merece ser recordado, neste momento ainda de luto para o cinema português.

 

O Cine-Clube da Ilha Terceira contará com a presença de realizadores, produtores e jornalistas que se deslocarão especificamente para esta mostra, que tem o apoio do Governo dos Açores, das Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, da Junta de Freguesia da Sé, da Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio dos Artistas, da Associação Cultural Burra de Milho e do Clube Auto.
PROGRAMA
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS MAR E ILHAS

QUINTA, 16 DE NOVEMBRO
21h30 - A Fábrica do Nada

SEXTA, 17 DE NOVEMBRO
18h30 - Mudar de Vida
Com a presença da atriz Isabel Ruth
21h30 - Perdidos
Com a presença do produtor Leonel Vieira

SÁBADO, 18 DE NOVEMBRO
15h30 - Luz Obscura
Com a presença da realizadora Susana de Sousa Dias
18h30 - Nos Interstícios da Realidade
— O Cinema de António de Macedo
Sessão de homenagem ao realizador António de Macedo, com a presença do realizador João Monteiro e da filha de António de Macedo, Susana de Sousa Dias
21h30 - Al Berto

DOMINGO, 19 DE NOVEMBRO
15h30 - Treblinka
Com a presença da atriz Isabel Ruth
18h30 - Coração Negro
Com a presença da realizadora Rosa Coutinho Cabral
21h30 - Peregrinação

FILMES
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS MAR E ILHAS
MUDAR DE VIDA
PERDIDOS
LUZ OBSCURA
NOS INTERÍCIOS DA REALIDADE
A FÁBRICA DO NADA
AL BERTO
TREBLINKA
CORAÇÃO NEGRO
PEREGRINAÇÃO
GALERIA
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS MAR E ILHAS
©2017 WebDesign - Marco Pereira // WebDevelop - André Pereira
TÍTULO: Mudar de Vida
REALIZADOR: Paulo Rocha
COM: Geraldo Del Rey, Isabel Ruth, Maria Barroso
GÉNERO: Drama
CLASSIFICAÇÃO: M/12
DURAÇÃO: 93 min.
SÍNOPSE: Após o fim do serviço militar em África, Adelino (Geraldo Del Rey) regressa ao Furadouro, a vila piscatória onde nasceu. Lá chegado, descobre que Júlia (Maria Barroso), a rapariga que toda a vida amou, é hoje casada com Raimundo (Nunes Vidal), o seu irmão. Triste e desiludido com a notícia da traição, Adelino sai à procura de trabalho. É assim que conhece Albertina (Isabel Ruth), uma rapariga de espírito livre e fama de libertina que apenas deseja fugir daquele lugar. Com ela, Adelino vai ganhar coragem de se libertar do passado e acreditar na sorte que ainda lhe há-de caber. Juntos, vão tentar mudar de vida…longe dali.

 

Segunda longa-metragem de Paulo Rocha (1935-2012), "Mudar de Vida" conta com assistência de realização de António Campos e diálogos de António Reis. O filme foi realizado em 1966. A cópia que agora é resposta nas salas de cinema transcreve em resolução 2K um restauro concluído analogicamente no laboratório da Cinemateca Portuguesa, com aprovação do realizador e sob a supervisão de Pedro Costa.
TÍTULO: Perdidos
REALIZADOR: Sérgio Graciano
COM: Dânia Neto, Afonso Pimentel, Dalila Carmo, Catarina Gouveia, Diogo Amaral, Lourenço Ortigão
GÉNERO: Drama
CLASSIFICAÇÃO: M/14
SÍNOPSE: Seis amigos resolvem passar um fim-de-semana a bordo de um luxuoso veleiro. À medida que se vão distanciando da costa, todos se vão sentindo cada vez mais entusiasmados com os dois dias que os esperam. Quando um deles dá um mergulho em alto mar, todos se lhe juntam. Mas, para surpresa geral, ninguém se lembrou de baixar as escadas de acesso ao barco... Se, a princípio, ainda acreditam que, juntando esforços, serão capazes de o escalar, depressa se dão conta de que a única esperança reside em serem encontrados por alguma embarcação que por ali passe. Apesar de cientes dos perigos inerentes às águas do mar, todos sabem que os seus maiores inimigos são o pânico e a exaustão…

 

Com realização de Sérgio Graciano (responsável pelas séries "Conta-me como Foi" e "Depois do Adeus" ou pelos filmes "Njinga, Rainha de Angola" e "Uma Vida à Espera"), um filme dramático com produção do realizador Leonel Vieira ("Zona J", "A Selva", "Arte de Roubar", "Um Tiro no Escuro", "O Leão da Estrela" ou "O Pátio das Cantigas"). Dânia Neto, Diogo Amaral, Dalila Carmo, Afonso Pimentel, Lourenço Ortigão e Catarina Gouveia interpretam os papéis principais.
TÍTULO: Luz Obscura
REALIZADOR: Susana de Sousa Dias
GÉNERO: Documentário
SÍNOPSE: Partindo da análise dos antigos arquivos da PIDE, a polícia política de Portugal, responsável por esclarecer diversos casos importantes do país entre 1926 a 1974, a diretora Susana de Sousa Dias cria uma jornada de buscas a partir da fotografia de uma mulher com um bebé no colo, chegando a uma investigação sobre a família de Octávio Pato.
TÍTULO: Nos Interstícios da Realidade ou o Cinema de António de Macedo
REALIZADOR: João Monteiro
GÉNERO: Documentário
CLASSIFICAÇÃO: M/12
DURAÇÃO: 100 min.
SÍNOPSE: No seu primeiro filme, João Monteiro detém-se na obra cinematográfica de António de Macedo (1931-2017), identificado como o cineasta mais prolífico da sua geração e na originalidade da sua aproximação ao cinema, de cuja prática se afasta na década de 1990. Começada no início da década de sessenta na curta-metragem e, a partir de 1965, no formato longo, com “Domingo à Tarde”, uma das produções de António da Cunha Telles que afirmaram o Cinema Novo português, a obra de Macedo foi polémica de várias maneiras e a vários passos. “Nos Interstícios da Realidade” evoca-a através de excertos de filmes, documentos de época e uma série de testemunhos em que se destaca a voz do próprio realizador, sublinhando a ideia da incompreensão de que os seus filmes foram sendo alvo.
TÍTULO: A Fábrica do Nada
REALIZADOR: Pedro Pinho
COM: Carla Galvão, Joaquim Bichana Martins , Dinis Gomes, Njamy Sebastião, Américo Silva, José Smith Vargas
GÉNERO: Drama, Musical
CLASSIFICAÇÃO: M/14
DURAÇÃO: 177 min.
SÍNOPSE: A história de um grupo de operários que tenta salvaguardar os seus postos de trabalho e evitar o encerramento de uma fábrica através de um sistema de autogestão colectiva. Quando se apercebem que a administração está a roubar máquinas e matérias-primas, os trabalhadores decidem organizar-se para impedir o deslocamento da produção. Como forma de retaliação, enquanto decorrem as negociações para os despedimentos, os patrões obrigam-nos a permanecer nos seus postos, sem nada que fazer.

 

Entre o ensaio e o musical, “A Fábrica do Nada” conta com assinatura de Pedro Pinho (“Bab Sebta”, co-realizado com Frederico Lobo em 2008; “Um Fim do Mundo”, 2013; “As Cidades e as Trocas”, co-realizado com Luísa Homem, em 2014). O argumento, escrito por Pinho, Luísa Homem, Leonor Noivo e Tiago Hespanha, parte de uma ideia de Jorge Silva Melo: adaptar a peça de Judith Herzberg e fazer um musical para crianças. Apesar de Silva Melo ter desistido do projecto, Pedro Pinho resolveu transformá-lo em filme.
TÍTULO: Al Berto
REALIZADOR: Vicente Alves do Ó
COM: Ricardo Teixeira, José Pimentão, Raquel Rocha Vieira
GÉNERO: Drama
CLASSIFICAÇÃO: M/16
DURAÇÃO: 109 min.
SÍNOPSE: Alberto Raposo Pidwell Tavares, que adoptou o pseudónimo de Al Berto, nasceu em 1948 em Coimbra, mas viveu toda a infância e adolescência em Sines, no litoral alentejano. Após um exílio em Bruxelas, entre 1967 e 1974, onde estudou pintura, regressou a Portugal para se dedicar à literatura. Em 1974, escreve o primeiro livro, intitulado "À Procura do Vento num Jardim d'Agosto". Cultivando uma poesia que mistura o real e o imaginário, produziu títulos como "Uma Existência de Papel" (1985), "A Secreta Vida das Imagens" (1991) ou "Horto de Incêndio" (1997). A obra poética assinada por Al Berto entre 1974 e 1986 foi reunida na antologia "O Medo", cuja primeira edição, publicada em 1987, foi galardoada com o Prémio PEN Clube de Poesia, em 1988. A "Medo" seguiu-se "Lunário" (1988), o único livro em prosa do autor, e "O Anjo Mudo" (1993). Al Berto morreu a 13 de Junho de 1997, de linfoma. Tinha 49 anos.

 

Produzido pela Ukbar Filmes, um drama biográfico que relata um período da vida de um dos mais carismáticos poetas portugueses da segunda metade do século XX. A realização e o argumento ficam a cargo de Vicente Alves do Ó, autor da curta "Entre o Desejo e o Destino" (2005) e das longas "Quinze Pontos na Alma" (2011), "Florbela” (2012) e "O Amor É Lindo... Porque Sim!" (2016). Ricardo Teixeira, José Pimentão, Raquel Rocha Vieira, José Leite, João Villas-Boas, Gabriela Barros e Ana Vilela da Costa dão vida às personagens.
TÍTULO: Treblinka
REALIZADOR: Sérgio Tréfaut
GÉNERO: Drama, Histórico, Documentário
DURAÇÃO: 76 min.
SÍNOPSE: Nascido na Polónia, o judeu Chil Meyer Rajchman (1914-2004) foi um dos sobreviventes ao Holocausto. Prisioneiro do campo de extermínio nazi de Treblinka (Polónia), onde mais de 800 mil pessoas perderam a vida, pertenceu a um grupo muito restrito de pessoas que conseguiram escapar após uma revolta, a 2 de Agosto de 1943. Fugiu para Varsóvia, onde viveu sob anonimato até ao fim da guerra e onde escreveu "Sou o Último Judeu", um livro de memórias sobre os dez meses no campo. Essa obra foi publicada em 2009, já depois da sua morte, em 2004, na cidade de Montevideu (Uruguai), país para onde emigrou e onde passou o resto da vida. "Os vagões tristes transportaram-me para este lugar. Vêm de toda a parte: de leste e de oeste, do norte e do sul. De dia como de noite, em todas as estações: Primavera, Verão, Outono, Inverno. Os comboios chegam sem percalços, incessantemente, e Treblinka prospera a cada dia que passa. Quantos mais chegam, mais Treblinka consegue absorver." Assim começa o seu relato.

 

Vencedor do Prémio de Melhor Filme Português no IndieLisboa 2016, é sobre este homem e muitos outros que se debruça este filme-ensaio escrito e realizado por Sérgio Tréfaut. Neste "universo dos sobreviventes", em que a acção decorre durante uma viagem de comboio transiberiana, são os actores Isabel Ruth e Kiril Kashlikov a dar voz aos testemunhos.
ARGUMENTO: Rosa Coutinho Cabral, Tiago Melo Bento
FOTOGRAFIA: Leonardo Simões
MÚSICA: José Carlos Pontes
SOM: Raquel Jacinto
MONTAGEM: Rosa Coutinho Cabral, Tiago Melo Bento, José Carlos Pontes, Francisco Costa
COM: Maria Galhardo, João Cabral
PRODUTOR: António Cabral
PRODUÇÃO: Nocturno Films
SÍNOPSE: A montanha vulcânica e as festividades da Ilha do Pico são o pano de fundo para Coração Negro. Um casal, que nunca é nomeado, acabou de comprar uma casa na ilha. A construção ainda está a meio. Eles já não se vêem há bastante tempo, mas nem por isso a chegada da mulher faz despertar a paixão. Entre eles, há apenas medo e desconforto. À medida que o edifício se acaba, também a relação caminha para o fim. Rosa Coutinho Cabral (Arrivederci Macau, IndieLisboa 2013) faz um filme que se despede tenuemente da vida, entre silêncios e sentimentos que se esfumam.
TÍTULO: Peregrinação
REALIZADOR: João Botelho
COM: Jani Zhao, Catarina Wallenstein, Rui Morisson, Cláudio da Silva
GÉNERO: Drama, Aventura
CLASSIFICAÇÃO: M/12
SÍNOPSE: Nascido em Montemor-o-Velho (distrito de Coimbra), por volta de 1510, o português Fernão Mendes Pinto ficou conhecido pela obra autobiográfica "Peregrinação", em que relata uma das viagens feitas pelos portugueses ao Oriente. Em 1537, para escapar à miséria, parte para a Índia, para se juntar aos dois irmãos. Assim começam as aventuras e desventuras de um homem que, durante os 21 anos em que esteve no Oriente, foi "13 vezes cativo e 16 ou 17 vendido". Em 1558, regressa a Portugal. Depois de várias tentativas de se ver recompensado pelos serviços feitos à coroa portuguesa, acaba por desistir e estabelecer-se na Quinta de Palença (Almada), onde se dedica à escrita, entre 1569 e 1578, da obra que, várias décadas mais tarde, o tornaria famoso. O texto original, deixado à Casa Pia dos Penitentes, só viria a ser publicado em 1614, 31 anos após a sua morte, já em 1583. Apesar da publicação tardia, este livro de viagens sobre as expedições dos descobridores e conquistadores portugueses torna-se um grande sucesso por toda a Europa.

 

Com assinatura de João Botelho ("A Corte do Norte", "Filme do Desassossego", "Os Maias"), este filme recria as aventuras contadas em "Peregrinação", de enorme importância no que se refere à memória dos tempos áureos dos Descobrimentos portugueses. Filmado na China, Japão, Índia, Malásia, Vietname e Portugal, tem o actor Cláudio da Silva como protagonista. É acompanhado no elenco por Cassiano Carneiro, Pedro Inês, Catarina Wallenstein, Maya Booth, Rui Morrison, Jani Zhao e Zia Soares, entre muitos outros.
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